Longe, Senhor, longe do coração de teu servo, que se confessa a ti; longe de mim o pensamento de me julgar feliz com qualquer alegria! Porque há uma alegria que não é dada aos ímpios, mas àqueles que te servem de modo desinteressado, cuja alegria és tu mesmo. Alegrar-se de ti, em ti e por ti: isso é felicidade. E não há outra. Os que imaginam outra felicidade prendem-se a uma alegria que não é a verdadeira. Contudo, sempre há uma imagem da alegria da qual sua vontade não se afasta.
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