Mantinham-me preso umas bagatelas de bagatelas, umas vaidades de vaidades, antigas amigas minhas, que me puxavam por minhas vestes da carne e me diziam baixinho: “Então, nos abandonas? De agora em diante nunca mais estaremos contigo? Desde este momento nunca mais te será lícito isto e aquilo?” E que coisas, meu Deus, que pensamentos me sugeriam com o que chamei de isto e aquilo! Por tua misericórdia, afasta-as da alma de teu servo! Oh! que imundícies me sugeriam, que indecências! Mas eu já as ouvia bem menos que pela metade, não como se me contradissessem abertamente, de frente, mas segredando-me por cima dos ombros, e como que beliscando-me furtivamente quando me afastava, para que me voltasse para trás. Contudo, faziam com que eu, vacilante, tardasse em me arrancar e me sacudir delas, e saltar para onde era chamado, enquanto o hábito violento me dizia: “Que? Pensas que poderás viver sem elas?”
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