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Com que dor se ensombreou meu coração! Tudo o que via era morte para mim. A pátria me era um suplício, e a casa paterna, estranha infelicidade, e tudo o que eu havia partilhado com ele, sem ele se convertera em imenso tormento. Buscavam-no por toda parte meus olhos, e ele não me era dado. Cheguei a odiar todas as coisas, porque não o continham, e já não me podiam dizer: “Eis que ele virá”, como quando, em vida, ele estava ausente. Tornei-me para mim mesmo um grande problema, perguntando a minha alma por que estava triste, e por que me conturbava tanto, e ela não sabia que responder-me. E se eu lhe dizia “Espera em Deus”, minha alma não me obedecia, e com razão, porque mais verdadeiro e melhor era o amigo caríssimo que ela perdera do que o fantasma em que se lhe mandava esperar. Só o pranto me era doce, e ocupava o lugar de meu amigo nas delícias de meu coração.

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