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Admirável profundidade a de tuas Escrituras, sob uma superfície que nos acaricia, como se acariciam as crianças! Sim, admirável profundidade, meu Deus, admirável profundidade! É impossível meditá-las sem um arrepio sagrado, arrepio de respeito, estremecimento de amor. Odeio violentamente seus inimigos. Oh! Se pudesses fazê-los morrer sob teu gládio de dois fios, a fim de que elas não tenham mais inimigos! Gostaria que eles morressem para si mesmos e vivessem para ti. Mas eis aqui outros que não criticam, mas, pelo contrário, admiram o livro do Gênesis, que dizem: “Não é isto, o que quis dizer por essas palavras o Espírito de Deus que as inspirou a Moisés, seu servidor. Não, o que ele quis dizer não é o que dizes, mas outra coisa: o que nós dizemos.” Eis, ó Deus de todos nós, o que eu lhes respondo: sê nosso árbitro.

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