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Assim, quando o pensamento pergunta a si mesmo o que nossos sentidos podem atingir a respeito dessa matéria e responde para si próprio: “Não é nem uma forma inteligível, como a vida, como a justiça, porque é a matéria que serviu para a criação dos corpos, nem uma forma sensível, porque nada há que se possa ver ou perceber no que é invisível e sem forma.” Enquanto o pensamento humano fala assim consigo, esforce-se por conhecê-la ignorando-a, ou por ignorá-la conhecendo-a.

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