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Depois, pouco a pouco, voltava aos sentimentos de antes sobre tua serva. Lembrava-me de sua piedade para contigo, de sua brandura e paciência conosco, da qual subitamente me via privado. E senti vontade de chorar em tua presença, por causa dela e por ela, e por minha causa e por mim. E deixei que as lágrimas corressem incontidas, estendendo-as como um leito sob meu coração; e nelas descansei, porque teus ouvidos eram os que ali me escutavam, e não os de nenhum homem, que orgulhosamente pudesse interpretar meu pranto. E agora, Senhor, eu te confesso nestas linhas: leia-o quem quiser, interprete-o como quiser. E se algum leitor vir um pecado nessas lágrimas que derramei por minha mãe por alguns instantes, por minha mãe então morta a meus olhos, ela que me havia chorado tantos anos para que eu vivesse aos teus, não se ria, mas antes, se é grande sua caridade, chore por meus pecados diante de ti, Pai de todos os irmãos de teu Cristo!

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