Estreita é a casa de minha alma para que venhas até ela: que seja ampliada por ti. Está em ruínas: repara-a. Há nela coisas que ofendem teus olhos: confesso-o e o sei. Mas quem a limpará? Ou a quem mais, além de ti, clamarei: “De meus pecados ocultos limpa-me, Senhor, e dos alheios poupa teu servo”? Creio, e por isso falo. Senhor, tu o sabes. Acaso não te declarei, contra mim mesmo, os meus delitos, meu Deus, e tu perdoaste a impiedade de meu coração? Não disputo em juízo contigo, que és a verdade; e eu não quero enganar-me a mim mesmo, para que minha iniquidade não minta a si mesma. Não disputo, pois, em juízo contigo, porque, se levares em conta as iniquidades, Senhor, Senhor, quem subsistirá?
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