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Estreita é a casa de minha alma para que venhas até ela: que seja ampliada por ti. Está em ruínas: repara-a. Há nela coisas que ofendem a teus olhos: confesso-o, pois eu o sei; porém, quem a limpará, ou a quem clamarei além de ti: Purifica-me, Senhor, dos pecados ocultos, e perdoa a teu servo os alheios! Creio, e por isso falo. Tu o sabes, Senhor. Acaso não confessei diante de ti, contra mim mesmo, os meus delitos, ó meu Deus? E não me perdoaste a impiedade de meu coração? Não contendo em juízo contigo, que és a verdade, e não quero enganar-me a mim mesmo, para que minha iniquidade não minta a si mesma. Não contendo, pois, em juízo contigo, porque, se levares em conta as iniquidades, Senhor, quem, Senhor, subsistirá?

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