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Latim Lição 008

Pronúncia do Latim

Esta lição trata dos valores de letras e grupos na leitura do latim. A convenção tradicional de base portuguesa orienta a exposição inicial e a aplicação em prosa; as pronúncias reconstituída e romana recebem notas próprias.

Conteúdo ​

  • Valores de letras e grupos na leitura tradicional.
  • Articulação das consoantes e clareza das vogais finais.
  • Traços das pronúncias reconstituída e romana.
  • Aplicação de acento e pronúncia em texto contínuo.

Convenção Inicial ​

Pronúncia é a realização sonora das palavras. Uma convenção de leitura estabelece os valores atribuídos às letras. A familiaridade com o português oferece uma aproximação inicial dentro da convenção tradicional aqui adotada, mas não garante que cada letra tenha sempre o mesmo som nas duas línguas.

A pronúncia e a acentuação preparam a leitura das formas latinas. Identificar o som de uma letra e localizar a sílaba tônica são operações diferentes. A regra do acento, a braquia, o mácron e as pistas de quantidade de Latin 007 continuam em uso.

Letras E Grupos ​

A letra x representa a sequência dos sons de k e s. Em axis, ambos são ouvidos: o x não se reduz ao som de z.

No encontro de t, i breve e outra vogal, a leitura tradicional dá ao t o som de s, com o i preservado. Em do-na-tĭ-o, a braquia indica que o i é breve e a vogal seguinte é o; o trecho tĭ-o aproxima-se de si-o. A regra tem exceções; os exemplos de aplicação desta lição ficam nos casos regulares.

Um grupo de letras pode ter um valor diferente do habitual em português. O grupo ch tem som de k, como em pulcher, sem o som de ch de «chave».

A expressão tradicional s impuro designa aqui o s inicial seguido de outra consoante, deixando o grupo sc fora deste passo. Em spina, a leitura começa pelo s seguido de p, sem acrescentar um e antes desse início.

O u de qu é audível. As divisões a-qua, que-re-la e qui-es mostram o grupo diante de vogais diferentes; em todas, o u participa do som e acompanha a vogal seguinte dentro da mesma sílaba. As letras q e u permanecem juntas na divisão. Em e-quus, os dois u têm participação: o primeiro acompanha o q, e o segundo é a vogal da sílaba quus. Ouvir os dois não transforma essa sílaba em duas.

Também há u audível nos exemplos com gu. Em san-guis, ele permanece junto de i na segunda sílaba. Já ex-i-gu-us conserva os dois u em sílabas diferentes, conforme a divisão fornecida. Não se apaga uma das ocorrências nem se atribui uma única divisão a todo encontro escrito gu.

Os grupos ae e oe recebem som de é nesta convenção. As grafias ligadas æ e œ reúnem visualmente as duas letras: praeda também pode aparecer como præda, e coetus, como cœtus. Há palavras em que as vogais ficam separadas: em co-er-ce-re, o o e o e iniciais pertencem a sílabas diferentes e não se reduzem a um único é.

O valor de e desses grupos também orienta a consoante anterior na leitura de base portuguesa. Diante de ae e oe lidos assim, o c recebe som de s, e o g, som de j português. Isso ocorre com o c de caementum e coetus, e com o g de plagae e tragoedia. As formas servem aqui somente à observação do som.

Quando uma edição emprega a letra j, a convenção inicial lhe atribui o som do j português. Assim se lê o início de juvenis neste modelo. Essa indicação não descreve a grafia antiga nem o valor da letra em todas as pronúncias.

Consoantes E Finais ​

Os encontros consonantais conservam os sons das consoantes previstos nesta leitura. Em observo, o b permanece antes do s; não se elimina a primeira consoante para facilitar o encontro.

Consoante final é a que encerra a palavra. Nesta convenção, o m de fratrem e o n de flumen recebem articulação consonantal: os lábios se fecham no m, e a língua toca atrás dos dentes superiores no n. Eles não funcionam apenas como sinais de uma vogal nasal portuguesa. Essa orientação pertence ao modelo inicial e não descreve indistintamente os sistemas históricos, sobretudo quanto ao m final.

Consoante dobrada é a que aparece repetida, como ll. Sua articulação dura mais ou recebe maior reforço que a da consoante simples. O contraste entre pala, «pá», e palla, «manto», inclui essa diferença: em pal-la, sustenta-se o contato da língua por mais tempo que em pa-la. São palavras diferentes, ambas com acento na primeira sílaba. A duração da consoante não desloca por si só o acento.

As vogais finais permanecem claras. Em ponte, o e final não passa automaticamente a i; em muro, o o final não passa automaticamente a u. Esse cuidado evita uma transferência comum do português brasileiro, mas não substitui a distinção entre vogal breve e longa.

Pronúncia Reconstituída ​

A pronúncia reconstituída procura aproximar a leitura do latim clássico. Nela, ae e oe apresentam dois elementos vocálicos, aproximadamente ai e oi, dentro da mesma sílaba. A divisão de prae-da e coe-tus continua com duas sílabas por palavra. Isso difere das vogais separadas de co-er-ce-re.

O c conserva o som de k, e o g conserva o som que tem em «gato», inclusive diante de e e i. Assim, cena começa com som de k, e o g de gelu não recebe o som de j português.

O h indica uma aspiração leve, uma pequena saída de ar pela boca antes da vogal. O j de certas edições representa um som próximo de i ligado à vogal, como no início português de «iate»; essa ligação não acrescenta por si só uma sílaba.

O s mantém o som de s de «sapo», sem passar a z. O v representa um som próximo de u ligado à vogal, como o u de «quase», sem criar automaticamente outra sílaba.

Para y, a aproximação tradicional é o u francês: a língua fica aproximadamente na posição de i, enquanto os lábios se arredondam como para u. A descrição não pressupõe conhecimento de francês.

Algumas descrições escolares indicam dz para z, isto é, um d seguido imediatamente de z. Também se encontra a indicação de z; não se trata de uma reconstrução unânime desse ponto. No encontro com i breve e outra vogal, a reconstituída conserva o som de t, sem aplicar o si tradicional.

Pronúncia Romana ​

Pronúncia romana designa aqui a convenção eclesiástica de base italiana. Ela não equivale a toda pronúncia praticada na Roma antiga. As aproximações abaixo descrevem sons; não são novas grafias latinas.

O c diante de e ou i aproxima-se de tch, como em «tchau». O mesmo vale diante de ae e oe quando esses grupos são lidos como e. O grupo sc, nesses mesmos ambientes, aproxima-se do ch de «chave»; a indicação não vale para qualquer ocorrência de sc.

O g diante de e, i e dos grupos ae e oe com valor de e aproxima-se de dj, com d seguido imediatamente do som de j português. O grupo gn aproxima-se do nh de «vinho».

A grafia j representa também aqui um som próximo de i ligado à vogal. O s final mantém o som de s, mesmo quando a palavra seguinte começa por vogal. Em tres amici, o encontro entre as palavras não o transforma automaticamente em z.

Para z, apresenta-se a aproximação dz. No encontro regular de t, i breve e outra vogal, a aproximação eclesiástica é tsi, com os sons de t, s e i; não se transfere a ela o si do modelo tradicional.

Recuperação ​

Exercício 1

Qual é o valor de x na convenção tradicional apresentada?

Exercício 2

Nos casos regulares da convenção tradicional, como se lê t diante de i breve seguido de outra vogal?

Exercício 3

Em qual par as duas formas apresentam t, i breve e outra vogal em sequência, permitindo a aplicação regular da regra tradicional?

O reconhecimento de exemplos fornecidos adapta a formulação livre de exemplos ao formato de seleção. A resposta registra reconhecimento, sem demonstrar produção independente ou pronúncia oral.

Verificação ​

A passagem reúne pronúncia e acento na convenção tradicional de base portuguesa. As cinco remissões numeradas assinalam aplicações de t com i breve e outra vogal. As marcas de quantidade e as divisões fornecem os dados necessários à leitura; a tradução e a análise das formas não fazem parte da tarefa.

Prima luce faber cum socio ad officīnam venit et portam apĕrit. Intus aqua de tecto cadit, et reparatĭo1 tecti nunc necessaria est. Faber spatĭum2 inter duas trabes metītur, dum socius tabŭlas prope murum ponit. Longa experientĭa3 manus fabri regit, sed hodie novum vitĭum4 sub tegŭlis appāret. Ambo scalas firmant et assĕres siccos ex horreo ad tectum portant. Cautĭo5 labōrem tardat; nemo tamen propĕrat, nam pluvia itĕrum super vicum cadit. Vespĕre totum tectum refectum est, et faber laetus cum socio domum redit.

Cada ocorrência recebe uma decisão de acento, inclusive as palavras repetidas. Nos dissílabos, o acento fica na primeira sílaba. Com três ou mais sílabas, a penúltima leve leva ao recuo para a antepenúltima; a pesada recebe o acento. A identificação da única sílaba dos monossílabos é uma marcação didática, sem afirmar que todos tenham o mesmo destaque na fala contínua.

Nas divisões fornecidas, os números entre parênteses identificam as sílabas a partir do início da palavra. As alternativas remetem a esses números; as explicações indicam a sílaba e a regra aplicada.

Frase 1 ​

Prima luce faber cum socio ad officīnam venit et portam apĕrit.

Em officīnam, a consoante f dobrada conserva a articulação prolongada, e o m final tem articulação consonantal.

Exercício 4

Ocorrência 001, prima: pri (1), ma (2). Qual é a sílaba tônica?

Exercício 5

Ocorrência 002, luce: lu (1), ce (2). Qual é a sílaba tônica?

Exercício 6

Ocorrência 003, faber: fa (1), ber (2). Qual é a sílaba tônica?

Exercício 7

Ocorrência 004: cum. Nesta prática, qual é a decisão sobre a marca da única sílaba?

Exercício 8

Ocorrência 005, socio: so (1), ci (2), o (3). Qual é a sílaba tônica?

Exercício 9

Ocorrência 006: ad. Nesta prática, qual é a decisão sobre a marca da única sílaba?

Exercício 10

Ocorrência 007, officīnam: of (1), fi (2), cī (3), nam (4). A vogal ī tem mácron e é longa. Qual é a sílaba tônica?

Exercício 11

Ocorrência 008, venit: ve (1), nit (2). Qual é a sílaba tônica?

Exercício 12

Ocorrência 009: et. Nesta prática, qual é a decisão sobre a marca da única sílaba?

Exercício 13

Ocorrência 010, portam: por (1), tam (2). Qual é a sílaba tônica?

Exercício 14

Ocorrência 011, apĕrit: a (1), pĕ (2), rit (3). A vogal ĕ tem braquia e é breve. Qual é a sílaba tônica?

Frase 2 ​

Intus aqua de tecto cadit, et reparatĭo tecti nunc necessaria est.

Remissão 1: Em reparatĭo, o trecho tĭ-o aproxima-se de si-o. Em aqua, o u é audível dentro da sílaba qua.

Exercício 15

Ocorrência 012, intus: in (1), tus (2). Qual é a sílaba tônica?

Exercício 16

Ocorrência 013, aqua: a (1), qua (2). Qual é a sílaba tônica?

Exercício 17

Ocorrência 014: de. Nesta prática, qual é a decisão sobre a marca da única sílaba?

Exercício 18

Ocorrência 015, tecto: tec (1), to (2). Qual é a sílaba tônica?

Exercício 19

Ocorrência 016, cadit: ca (1), dit (2). Qual é a sílaba tônica?

Exercício 20

Ocorrência 017: et. Nesta prática, qual é a decisão sobre a marca da única sílaba?

Exercício 21

Ocorrência 018, reparatĭo: re (1), pa (2), ra (3), tĭ (4), o (5). A vogal ĭ tem braquia e é breve. Qual é a sílaba tônica?

Exercício 22

Ocorrência 019, tecti: tec (1), ti (2). Qual é a sílaba tônica?

Exercício 23

Ocorrência 020: nunc. Nesta prática, qual é a decisão sobre a marca da única sílaba?

Exercício 24

Ocorrência 021, necessaria: ne (1), ces (2), sa (3), ri (4), a (5). Qual é a sílaba tônica?

Exercício 25

Ocorrência 022: est. Nesta prática, qual é a decisão sobre a marca da única sílaba?

Frase 3 ​

Faber spatĭum inter duas trabes metītur, dum socius tabŭlas prope murum ponit.

Remissão 2: Em spatĭum, o trecho tĭ-um aproxima-se de si-um; o i permanece, e o m final conserva sua articulação.

Exercício 26

Ocorrência 023, faber: fa (1), ber (2). Qual é a sílaba tônica?

Exercício 27

Ocorrência 024, spatĭum: spa (1), tĭ (2), um (3). A vogal ĭ tem braquia e é breve. Qual é a sílaba tônica?

Exercício 28

Ocorrência 025, inter: in (1), ter (2). Qual é a sílaba tônica?

Exercício 29

Ocorrência 026, duas: du (1), as (2). Qual é a sílaba tônica?

Exercício 30

Ocorrência 027, trabes: tra (1), bes (2). Qual é a sílaba tônica?

Exercício 31

Ocorrência 028, metītur: me (1), tī (2), tur (3). A vogal ī tem mácron e é longa. Qual é a sílaba tônica?

Exercício 32

Ocorrência 029: dum. Nesta prática, qual é a decisão sobre a marca da única sílaba?

Exercício 33

Ocorrência 030, socius: so (1), ci (2), us (3). Qual é a sílaba tônica?

Exercício 34

Ocorrência 031, tabŭlas: ta (1), bŭ (2), las (3). A vogal ŭ tem braquia e é breve. Qual é a sílaba tônica?

Exercício 35

Ocorrência 032, prope: pro (1), pe (2). Qual é a sílaba tônica?

Exercício 36

Ocorrência 033, murum: mu (1), rum (2). Qual é a sílaba tônica?

Exercício 37

Ocorrência 034, ponit: po (1), nit (2). Qual é a sílaba tônica?

Frase 4 ​

Longa experientĭa manus fabri regit, sed hodie novum vitĭum sub tegŭlis appāret.

Remissões 3 e 4: Em experientĭa e vitĭum, o t recebe som de s diante de i breve seguido de vogal. O pp de appāret conserva a articulação reforçada.

Exercício 38

Ocorrência 035, longa: lon (1), ga (2). Qual é a sílaba tônica?

Exercício 39

Ocorrência 036, experientĭa: ex (1), pe (2), ri (3), en (4), tĭ (5), a (6). A vogal ĭ tem braquia e é breve. Qual é a sílaba tônica?

Exercício 40

Ocorrência 037, manus: ma (1), nus (2). Qual é a sílaba tônica?

Exercício 41

Ocorrência 038, fabri: fa (1), bri (2). Qual é a sílaba tônica?

Exercício 42

Ocorrência 039, regit: re (1), git (2). Qual é a sílaba tônica?

Exercício 43

Ocorrência 040: sed. Nesta prática, qual é a decisão sobre a marca da única sílaba?

Exercício 44

Ocorrência 041, hodie: ho (1), di (2), e (3). Qual é a sílaba tônica?

Exercício 45

Ocorrência 042, novum: no (1), vum (2). Qual é a sílaba tônica?

Exercício 46

Ocorrência 043, vitĭum: vi (1), tĭ (2), um (3). A vogal ĭ tem braquia e é breve. Qual é a sílaba tônica?

Exercício 47

Ocorrência 044: sub. Nesta prática, qual é a decisão sobre a marca da única sílaba?

Exercício 48

Ocorrência 045, tegŭlis: te (1), gŭ (2), lis (3). A vogal ŭ tem braquia e é breve. Qual é a sílaba tônica?

Exercício 49

Ocorrência 046, appāret: ap (1), pā (2), ret (3). A vogal ā tem mácron e é longa. Qual é a sílaba tônica?

Frase 5 ​

Ambo scalas firmant et assĕres siccos ex horreo ad tectum portant.

Em ex, o x conserva os sons de k e s. As consoantes dobradas de assĕres e siccos não se reduzem a consoantes simples.

Exercício 50

Ocorrência 047, ambo: am (1), bo (2). Qual é a sílaba tônica?

Exercício 51

Ocorrência 048, scalas: sca (1), las (2). Qual é a sílaba tônica?

Exercício 52

Ocorrência 049, firmant: fir (1), mant (2). Qual é a sílaba tônica?

Exercício 53

Ocorrência 050: et. Nesta prática, qual é a decisão sobre a marca da única sílaba?

Exercício 54

Ocorrência 051, assĕres: as (1), sĕ (2), res (3). A vogal ĕ tem braquia e é breve. Qual é a sílaba tônica?

Exercício 55

Ocorrência 052, siccos: sic (1), cos (2). Qual é a sílaba tônica?

Exercício 56

Ocorrência 053: ex. Nesta prática, qual é a decisão sobre a marca da única sílaba?

Exercício 57

Ocorrência 054, horreo: hor (1), re (2), o (3). Qual é a sílaba tônica?

Exercício 58

Ocorrência 055: ad. Nesta prática, qual é a decisão sobre a marca da única sílaba?

Exercício 59

Ocorrência 056, tectum: tec (1), tum (2). Qual é a sílaba tônica?

Exercício 60

Ocorrência 057, portant: por (1), tant (2). Qual é a sílaba tônica?

Frase 6 ​

Cautĭo labōrem tardat; nemo tamen propĕrat, nam pluvia itĕrum super vicum cadit.

Remissão 5: Em cautĭo, o trecho tĭ-o aproxima-se de si-o. O m final de labōrem e o n final de tamen mantêm articulação consonantal.

Exercício 61

Ocorrência 058, cautĭo: cau (1), tĭ (2), o (3). A vogal ĭ tem braquia e é breve. Qual é a sílaba tônica?

Exercício 62

Ocorrência 059, labōrem: la (1), bō (2), rem (3). A vogal ō tem mácron e é longa. Qual é a sílaba tônica?

Exercício 63

Ocorrência 060, tardat: tar (1), dat (2). Qual é a sílaba tônica?

Exercício 64

Ocorrência 061, nemo: ne (1), mo (2). Qual é a sílaba tônica?

Exercício 65

Ocorrência 062, tamen: ta (1), men (2). Qual é a sílaba tônica?

Exercício 66

Ocorrência 063, propĕrat: pro (1), pĕ (2), rat (3). A vogal ĕ tem braquia e é breve. Qual é a sílaba tônica?

Exercício 67

Ocorrência 064: nam. Nesta prática, qual é a decisão sobre a marca da única sílaba?

Exercício 68

Ocorrência 065, pluvia: plu (1), vi (2), a (3). Qual é a sílaba tônica?

Exercício 69

Ocorrência 066, itĕrum: i (1), tĕ (2), rum (3). A vogal ĕ tem braquia e é breve. Qual é a sílaba tônica?

Exercício 70

Ocorrência 067, super: su (1), per (2). Qual é a sílaba tônica?

Exercício 71

Ocorrência 068, vicum: vi (1), cum (2). Qual é a sílaba tônica?

Exercício 72

Ocorrência 069, cadit: ca (1), dit (2). Qual é a sílaba tônica?

Frase 7 ​

Vespĕre totum tectum refectum est, et faber laetus cum socio domum redit.

Em laetus, o grupo ae recebe o som tradicional de é. O e final de vespĕre permanece claro, e as duas consoantes do encontro ct de refectum se conservam.

Exercício 73

Ocorrência 070, vespĕre: ves (1), pĕ (2), re (3). A vogal ĕ tem braquia e é breve. Qual é a sílaba tônica?

Exercício 74

Ocorrência 071, totum: to (1), tum (2). Qual é a sílaba tônica?

Exercício 75

Ocorrência 072, tectum: tec (1), tum (2). Qual é a sílaba tônica?

Exercício 76

Ocorrência 073, refectum: re (1), fec (2), tum (3). Qual é a sílaba tônica?

Exercício 77

Ocorrência 074: est. Nesta prática, qual é a decisão sobre a marca da única sílaba?

Exercício 78

Ocorrência 075: et. Nesta prática, qual é a decisão sobre a marca da única sílaba?

Exercício 79

Ocorrência 076, faber: fa (1), ber (2). Qual é a sílaba tônica?

Exercício 80

Ocorrência 077, laetus: lae (1), tus (2). Qual é a sílaba tônica?

Exercício 81

Ocorrência 078: cum. Nesta prática, qual é a decisão sobre a marca da única sílaba?

Exercício 82

Ocorrência 079, socio: so (1), ci (2), o (3). Qual é a sílaba tônica?

Exercício 83

Ocorrência 080, domum: do (1), mum (2). Qual é a sílaba tônica?

Exercício 84

Ocorrência 081, redit: re (1), dit (2). Qual é a sílaba tônica?

Consolidação ​

A convenção de leitura determina os valores das letras; a regra do acento determina a sílaba tônica. A leitura tradicional conserva os cuidados com grupos, consoantes e vogais finais. As notas reconstituída e romana apresentam convenções distintas, cujos valores não se combinam automaticamente numa mesma leitura.

Na passagem, a contagem das sílabas e os dados da penúltima sustentam cada decisão. As cinco ocorrências sinalizadas retomam a condição de t com i breve e outra vogal, mantendo o i e o valor tradicional de s para t.