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Entretanto, tua misericórdia, fiel, de longe pairava sobre mim. Mas em quantas iniquidades não me consumi, meu Deus, levado por sacrílega curiosidade, que, separando-me de ti, conduzia-me aos mais baixos, desleais e enganosos obséquios aos demônios a quem imolava minhas más ações, sendo em todas castigado com duro açoite por ti! Tive também a ousadia de, durante a celebração de tuas solenidades, dentro das paredes de tua igreja, cobiçar e negociar a colheita de um fruto de morte. Por isso me açoitaste com duras penas, que nada eram comparadas com minhas culpas, ó tu, minha imensa misericórdia, meu Deus, meu refúgio contra os terríveis malfeitores, entre os quais vaguei de cabeça erguida, afastando-me cada vez mais de ti, amando meus caminhos, e não os teus, amando uma liberdade fugitiva!

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