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Rodrigo Morais Fernandes

Nota editorial (Skepvox)

Esta página existe por conexão documentada com o caso Atentado contra Jair Bolsonaro. O objetivo é registrar cronologia e fontes sobre atos e registros públicos relacionados aos inquéritos, sem inferir motivação além do que está documentado/publicado.

Última atualização: 2026-01-12. ID Skepvox: person--rodrigo-morais-fernandes.

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Pessoa Organização Caso Relações Família

Situação atual

  • Função (2024–2026, indícios públicos): nomeado por decreto para exercer a função de Adido Policial Federal na Embaixada do Brasil em Londres (prazo de três anos, contado da apresentação à missão diplomática). Fonte: DOU — Decreto (2024-10-23).
  • “Quem é quem” (2025): página institucional da PF (atualizada em 2025-03-31) lista “DPF Rodrigo Morais Fernandes” como adido em Londres (ADIPF/LON). Fonte: PF — Reino Unido (Quem é quem).
  • Função (2023–2024): designado para exercer a função de Diretor de Inteligência Policial da PF (código FCE 1.15). Fonte: DOU — Portarias (2023-02-13).
  • Dispensa (2024): dispensado da função de Diretor de Inteligência Policial da PF a partir de 2024-12-01 (com designação de sucessor na mesma publicação). Fonte: DOU — Portarias (2024-12-03).
  • Referência em nota à imprensa (2024): em publicação da PF, “Rodrigo Morais” é citado como Diretor de Inteligência Policial. Fonte: PF (2024-06-21).
  • Cargo (no documento de 2018): delegado de Polícia Federal; “Delegado Regional de Investigação e Combate ao Crime Organizado” (MG); “Classe Especial” (matrícula citada como “Mat. 9481”), conforme assinatura no relatório final do inquérito de 2018. Fonte: Relatório Final PF (PDF).
  • Papel no caso (relatório de 2018): assina o relatório conclusivo do Inquérito Policial nº 0475/2018 DPF/JFA/MG e registra que a apuração de “participação de terceiros” continuaria no Inquérito Policial nº 503/2018 DPF/JFA/MG, com diligências pendentes (mensagens, e-mails, dados telefônicos e outras quebras). Fonte: Relatório Final PF (PDF).
  • Declaração em reportagem (2018): segundo o G1, afirmou que a PF analisou imagens do atentado (câmeras de lojas e bancos) e encaminhou o relatório do “primeiro inquérito” à Justiça Federal em Juiz de Fora. Fonte: G1 (2018-09-28).
  • 2º inquérito (2020): segundo o G1, coordenou o 2º inquérito entregue em 2020-05-13 à Justiça Federal em Juiz de Fora, que concluiu ação individual e detalhou volume de dados analisado e diligências (incluindo quebras de sigilo). Fonte: G1 (2020-05-14).

Por que está no mapa

  • Conexão de origem: semente Adélio Bispo de Oliveira via o caso Atentado contra Jair Bolsonaro.
  • Perguntas-alvo (rastreamento): q--case--atentado-contra-jair-bolsonaro--001; q--person--adelio-bispo-de-oliveira--001; q--person--zanone-manoel-de-oliveira-junior--002.
  • Evidência mínima: é citado em fonte jornalística e aparece como signatário de relatório oficial/publicado sobre os inquéritos do caso (com menções a diligências pendentes e continuidade da apuração em 2018–2020). Fontes: G1 (2018-09-28), G1 (2020-05-14), Relatório Final PF (PDF).
  • Fontes-alvo (próximos passos): peças integrais do 2º inquérito (503/2018) e movimentação processual; decisões sobre quebras de sigilo e diligências pendentes citadas no relatório (incluindo controvérsia sobre perícia em celular de advogado, segundo cobertura); manifestações do MPF e decisões de arquivamento (se houver).

Perguntas abertas (hipóteses)

  • q--person--rodrigo-morais-fernandes--001
    • Pergunta: quais diligências (e decisões judiciais) foram efetivamente executadas no Inquérito Policial nº 503/2018 DPF/JFA/MG após o relatório de 2018 e como isso se refletiu na conclusão de 2020?
    • Estado: aberta.
    • Hipótese: há documentação pública suficiente (decisões/peças acessíveis, ao menos em parte) para auditar o que foi requerido, autorizado e feito (mensagens, e-mails, quebras de sigilo, perícias).
    • Contra‑hipótese: a maior parte do material permanece inacessível publicamente (sigilo) e só é possível reconstruir a execução das diligências por fontes secundárias (reportagens), com baixa auditabilidade externa.
    • Próximos passos: localizar número/peças do IP 503/2018 e eventuais decisões públicas; checar publicização em sistemas judiciais; mapear o que foi publicado por PF/MPF/Justiça; atualizar com documentos integrais quando disponíveis.
    • Notas que avançam: nenhuma ainda.
  • q--person--rodrigo-morais-fernandes--002
    • Pergunta: qual foi o desfecho (em TRF-1/STF) da controvérsia sobre perícia em celular de advogado citada em reportagem (e qual o impacto disso no escopo probatório do 2º inquérito)?
    • Estado: em-apuracao.
    • Hipótese: houve decisão/andamento rastreável (número processual, despacho, acórdão) que esclarece limites de diligências e de acesso a dados.
    • Contra‑hipótese: não há decisão pública acessível (ou o caso permaneceu indefinido por longo período), mantendo ambiguidade sobre o que pôde ser analisado.
    • Próximos passos: identificar o número da ação/medida no TRF-1 e no STF (a partir de fontes públicas); localizar decisões/acórdãos; registrar datas e fundamentos.
    • Notas que avançam: Zanone Manoel de Oliveira Júnior.
  • q--person--rodrigo-morais-fernandes--003
    • Pergunta: existe evidência pública que conecte formalmente a atuação nos inquéritos do atentado (2018–2020) com nomeações/designações posteriores (ex.: Diretor de Inteligência Policial; Adido em Londres) — sem inferir causalidade além do que está documentado?
    • Estado: aberta.
    • Hipótese: não há (até aqui) indício documental público de “nexo causal”; as nomeações podem ser explicadas por rotinas administrativas e critérios internos.
    • Contra‑hipótese: existe documentação (peças, mensagens, representações, decisões) indicando algum tipo de interferência ou motivação extraprocessual, mas ela não é pública ou não foi localizada ainda.
    • Próximos passos: localizar decisão de arquivamento (se houver) e manifestações do MPF/Justiça sobre o IP nº 503/2018; checar se houve representação/controle externo (MPF/CGU/TCU) ou procedimentos internos; manter lista de atos do DOU relevantes em “Linha do tempo”.
    • Notas que avançam: nenhuma ainda.

Identidade (básico)

Linha do tempo

?–2017 — Antes do caso (lacunas)

  • ? — Nascimento e trajetória anterior: não identificado nesta nota até o momento (a expandir com fontes públicas).

2018 — 1º inquérito e abertura de apuração de terceiros

  • 2018-09-28 — Assina relatório conclusivo do Inquérito Policial nº 0475/2018 DPF/JFA/MG (prisão em flagrante), registrando continuidade da apuração de “participação de terceiros” no IP nº 503/2018 DPF/JFA/MG e listando diligências pendentes (mensagens/e-mails/dados telefônicos/novas quebras). Status: documented. Fonte: Relatório Final PF (PDF).
  • 2018-09-28 — Reportagem cita o “delegado Rodrigo Morais” e descreve envio do relatório do primeiro inquérito à Justiça Federal em Juiz de Fora (com referência a análise de imagens/câmeras). Status: reported. Fonte: G1 (2018-09-28).

2020 — 2º inquérito (conclusão e entrega)

  • 2020-05-13 — Segundo o G1, o 2º inquérito (participação de terceiros) é entregue à Justiça Federal em Juiz de Fora, coordenado pelo delegado Rodrigo Morais, e conclui ação individual (sem mandantes), com descrição de volume de dados analisado e diligências (incluindo quebras de sigilo). Status: reported. Fonte: G1 (2020-05-14).

2023–2024 — Nomeações e dispensa em cargo de direção (PF)

  • 2023-02-10 — Designado para exercer a função de Diretor de Inteligência Policial da Polícia Federal (código FCE 1.15), em portaria publicada no DOU. Status: documented. Fonte: DOU — Portarias (2023-02-13).
  • 2024-12-02 — Dispensado da função de Diretor de Inteligência Policial da Polícia Federal (código FCE 1.15), a partir de 2024-12-01 (com designação de sucessor na mesma publicação). Status: documented. Fonte: DOU — Portarias (2024-12-03).

2024–2025 — Nomeação para adidância em Londres

  • 2024-10-22 — Nomeado para exercer a função de Adido Policial Federal na Embaixada do Brasil em Londres (prazo de 3 anos, contado da apresentação à missão diplomática), em substituição a William Marcel Murad. Status: documented. Fonte: DOU — Decreto (2024-10-23).
  • 2025-03-31 — Página institucional da PF (“Quem é quem”, atualizada em 2025-03-31) lista “DPF Rodrigo Morais Fernandes” como adido em Londres (ADIPF/LON). Status: documented. Fonte: PF — Reino Unido (Quem é quem).

Eventos

2018

  • 2018-09-28 — Relatório do IP nº 0475/2018 é concluído e assinado; a apuração de participação de terceiros é remetida ao IP nº 503/2018, com diligências pendentes descritas. Status: documented. Fonte: Relatório Final PF (PDF).

2020

  • 2020-05-13 — Entrega do 2º inquérito à Justiça Federal em Juiz de Fora (segundo o G1), sob coordenação do delegado Rodrigo Morais. Status: reported. Fonte: G1 (2020-05-14).

2023

  • 2023-02-10 — DOU publica portaria com designação de Rodrigo Morais Fernandes para exercer a função de Diretor de Inteligência Policial da Polícia Federal (FCE 1.15). Status: documented. Fonte: DOU — Portarias (2023-02-13).

2024

  • 2024-10-22 — DOU publica decreto de nomeação de Rodrigo Morais Fernandes para exercer a função de Adido Policial Federal na Embaixada do Brasil em Londres (3 anos, a contar da apresentação). Status: documented. Fonte: DOU — Decreto (2024-10-23).
  • 2024-12-02 — DOU publica portaria que dispensa Rodrigo Morais Fernandes da função de Diretor de Inteligência Policial da Polícia Federal (FCE 1.15) a partir de 2024-12-01. Status: documented. Fonte: DOU — Portarias (2024-12-03).

2025

  • 2025-03-31 — Página “Quem é quem” da PF (Reino Unido) lista Rodrigo Morais Fernandes como adido em Londres. Status: documented. Fonte: PF — Reino Unido (Quem é quem).

Casos relacionados

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Fontes

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