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― Sim, é amanhã. Você vai a bordo?

― Está douda? É impossível.

― Então, adeus!

― Adeus!

― Não se esqueça de D. Plácida. Vá vê-la algumas vezes. Coitada! Foi ontem despedir-se de nós; chorou muito, disse que eu não a veria mais... É uma boa criatura, não é?

― Certamente.

― Se tivermos de escrever, ela receberá as cartas. Agora até daqui a...

― Talvez dous anos?

― Qual! Ele diz que é só até fazer as eleições.

― Sim? Então até breve. Olhe que estão olhando para nós.

― Quem?

― Ali do sofá. Separemo-nos.

― Custa-me muito.

― Mas é preciso; adeus, Virgília!

― Até breve. Adeus!

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